Por que os jovens escolhem ou não ter uma religião?

No Combate à Intolerância Religiosa, obra que reúne histórias de pessoas entre 15 e 25 anos de diversas religiões é lançada gratuitamente em plataforma digital.

Livro gratuito mostra por que os jovens escolhem ou não ter uma religião

Pensando em promover a campanha de combate à intolerância e ainda trazer os jovens para falar sobre o assunto, a jornalista Nathalia Di Oliveira, de 22 anos, escreveu o livro “O caminho que escolhi: por que o jovem decide seguir ou não uma religião?”

No dia 21 de janeiro é celebrado o Dia Mundial da Religião e o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. No Brasil, segundo balanço do Ministério dos Direitos Humanos, entre 2011 e 2017, o Disque 100 (canal responsável pelo recebimento de denúncias) recebeu quase dois mil registros de casos de discriminação religiosa. Pensando em promover a campanha de combate à intolerância e ainda trazer os jovens para falar sobre o assunto, a jornalista Nathalia Di Oliveira, de 22 anos, escreveu o livro “O caminho que escolhi: por que o jovem decide seguir ou não uma religião?”. 

Segundo Nathalia Di Oliveira o tema religião aparece frequentemente em estudos e pesquisas, coberturas jornalísticas, relatos polêmicos e de intolerância, conflitos e até relações com política e ciência, mas o que pouco se vê é a participação do jovem e o seu protagonismo acerca do tema. “Algumas pesquisas mostram que o jovem está se afastando da religião, mas na verdade ele está querendo falar sobre ela mais do que ninguém”, afirma a jornalista. “Eles querem experimentar, refletir, explicar sobre as razões de sua escolha para serem compreendidos, estimulando a empatia e diminuindo a intolerância”, conclui.

“A falta de informação é o que mais gera preconceito”

diversidade Religiosa

Sob orientação da professora, jornalista, doutora e mestre em comunicação, Juliana Doretto, livro traz histórias de
23 jovens, entre 15 e 25 anos, que contam sobre as influências para sua escolha religiosa.

Líderes religiosos, psicólogos, teólogo e filósofo também fizeram parte da construção do material que abordou sete religiões (catolicismo, protestantismo, espiritismo, umbanda, candomblé, judaísmo e islamismo), além do ateísmo e agnosticismo. Ao todo, 36 fontes foram entrevistadas para a construção da obra.

Cada capítulo, separado pelas religiões e filosofias de acordo com o número de adeptos no país, contém as histórias dos jovens com os conflitos e realizações acerca de sua escolha, contextualização histórica das religiões ou filosofias, falas do líder religioso correspondente.

0
Registros de

Casos de discriminação religiosa

0
histórias de

Jovens entre 15 e 25 anos

0
Fontes

Líderes Religiosos, Especialistas entre diversos personagens

OS PERSONAGENS

Histórias Reais

Nicoli Gargiulli

“Acredito no potencial dessa jovem escritora, acompanho sua linha de raciocínio desde a infância e seu desenvolvimento é estonteante. Não espero nada menos de um livro sob sua autoria. O tema abordado é atemporal, religião é algo tão falado mas pouco conhecido, levará os jovens a ter um primeiro contato com outros tipos de raciocínios religiosos. Estou animadíssima para ler!”

Matheus Rocha

“Espero que o livro desperte uma profunda reflexão nos jovens que sofrem com uma profunda influência de uma cultura materialista e progressista, que elimina qualquer sentido de transcendental e tradição de nossa civilização. Que eles possam perder e abracem a Fé, esta que ilumina as trevas do materialismo. A chance de ter demonstrado a minha religião, de forma autêntica e clara, foi de certa forma um alívio e uma grande felicidade. Afinal, é meu dever como católico dar um firme testemunho da autenticidade da Fé Apostólica. ” 

Amani Bassem

“A intolerância religiosa vem sendo vencida aos poucos, mas infelizmente ainda é presente. Atualmente, projetos desse tipo são extremamente importantes para que entendamos uns aos outros e respeitemos a fé alheia e a diversidade.”

Mayara Marcondes

“Espero que com o livro as pessoas entendam de uma vez por todas que religião está ligada diretamente com o livre arbítrio do ser humano, um direito que Deus deu pra cada um.. independente de qual crença ou de como é chamado. Como umbandista desejo do fundo do meu coração que o preconceito diminua e que todos possam rezar ao que acredita conforme se sinta bem, afinal não há religião melhor ou pior. De baixo da pele, todos temos a mesma cor de sangue. O importante é espalharmos o amor e solidariedade a quem precisa e principalmente aqueles que acreditam não precisar, pois são os mais carentes. O mundo precisa de luz!”

Marcello Coelho

“Muitas pessoas não conhecem sobre o agnosticismo. Na maioria das vezes confundem achando que é uma pessoa em cima do muro, indecisa até. Acredito que com esse livro, todos poderão saber um pouco sobre cada religião ou filosofia, conhecendo como são as pessoas que as seguem. E poder fazer parte desse projeto é uma honra na qual não consigo explicar por inteiro, apenas agradecer pela oportunidade!”

Entre Muitas Outras Histórias...

COMECE SUA LEITURA AGORA mESMO!

O jovem está em processo de reflexão e construção da própria identidade, e podem ser os maiores questionadores da atualidade, capazes de mudar gerações com ideias que promovam a liberdade de expressão, de escolha, respeito e tolerância. 

  • Se você sofre com a falta de compreensão sobre sua escolha e/ou sua religião (ou falta dela)
  • Não encontra materiais que mostrem o olhar do jovem sobre o tema religião
  • Busca mais liberdade em discutir o tema de uma maneira saudável
  • Quer entender as influências da escolha religiosa de um jovem
  • Promover o combate à intolerância religiosa e fortalecer a questão da liberdade de escolha.

O que dizem os especialistas

Considerações da Autora

“O objetivo do livro, além de dar voz aos jovens, é incentivar o combate à intolerância religiosa, oferecendo informações sobre as diferentes religiões abordadas, promovendo o respeito à liberdade religiosa presente em nossa Constituição”

Nathalia Di Oliveira

Ajude esse projeto a crescer

Leia e compartilhe com quem você se importa e em suas redes sociais, para juntos fomentarmos um mundo com mais respeito e menos intolerância.

0
0

“O caminho que escolhi: por que o jovem decide seguir ou não uma religião?” foi o resultado de seu Trabalho de Conclusão de Curso em Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, defendido e aprovado com nota máxima em dezembro de 2018, no Fiam-Faam Centro Universitário.

SIGA A AUTORA NAS REDES SOCIAIS

O caminho que escolhi 2019 © Todos os Direitos Reservados. Designed by Boot Advertising